Anderson Marinho, Estudante
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Anderson Marinho

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Juridical Straight Edge
Graduando em Direito pela Universidade Federal da Paraiba.

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Anderson Marinho, Estudante
Anderson Marinho
Comentário · há 4 anos
"...e o que a pasta propõe é que os estudantes de direito atuem em favor da população carente..."
Isso deve ser o mais difícil, já que a maioria dos estudantes de Direito, vindos da classe média, tem em mente apenas o fato de manter o status quo regado na tradição de suas famílias. Pois, mesmo que seja absurdo, ainda é um fato real e inquestionável a propulsão de estudantes que optam pelo curso de Direito visando a continuidade desta tradição jurídico familiar e poder simbólico promulgado por uma carreira jurídica.
O estudante de Direito não enxerga o seu conhecimento jurídico como elemento transformador da sociedade, ele não se preocupa em obter tal conhecimento para aplicá-lo de maneira efetiva na realidade que o fomentando uma produção intelectual, que ao meu ver se encontra bastante empobrecida e tímida, ou mesmo em atender a demandas urgentes.
O crescente número de vagas ofertadas para o curso de Direito tornou viável o acesso de uma parte da população que até então nem mesmo sonhava em possuir uma formação acadêmica de nível superior, quem dirá então uma formação de bacharelado em Direito
Mas o que aconteceu é que esta demanda foi encarada pelas Instituições Privadas de Ensino Superior como um mercado consumidor, e o ensino foi englobado pela lógica capitalista que trata a tudo e todos como mercadoria, e o que poderia se configurar como uma possível "democratização" do Ensino Superior acabou virando apenas uma feira popular com produtos de baixa de qualidade e preços nem sempre tão acessíveis.

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Helen B
Helen B
Comentário · há 4 anos
"deixando o patrimônio público danificado, bem como diversas pessoas feridas"
É bem verdade que eles depredam bancos, e é verdade também que a tática nasceu em seio anarquista, mas pessoas feridas?
Logo vejo que o autor do texto jamais participou de nenhuma manifestação, pois nas que eu compareci (praticamente em todas), nunca vi black blocs agredirem civis (isto pq estou considerando que o coronel que levou uma surra do bloco não é um civil). E antes que venham falar do cinegrafista, os dois agressores já declaram que não são black blocs.
Fui a várias manifestações, a que mais me chamou a atenção foi aquela do Instituto Royal, quem estava lá socorrendo idosos e crianças do gás (sim, havia muitas pessoas idosas e crianças lá) que a pm jogava indiscriminadamente, inclusive, em cima dos próprios bombeiros, eram os black blocs. Isso não passou na TV, vi ao vivo. A propósito, a TV colocou essa grupo como causador do tumulto iniciado pela PM com o jornalista do CQC naquele dia. Nesse mesmo dia vi um colega advogado ser preso por um coronel porque, após ser atingido no abdômen por uma bala de borracha, questionou ao coronel a identificação dos soldados que estavam atirando.
Então quem já viu black blocs ao vivo, como eu, sabe como eles atuam, quem vê pela TV só sabe a verdade "presumida" e sensacionalista da mídia.
Aliás, teve manifestante que ficou cego, foi baleado e mais recentemente, teve até uma que foi atropelada, após apanhar de 8 policias. TODOS sem identificação. Então, se formos levar a sério o texto, a forma com que a pm vem atuando nos protestos também é inconstitucional, afinal, é proibido aos policiais militares atuar sem identificação na lapela. Em nem venha com a desculpa do dever legal, pq nenhum dever legal autoriza o anonimato de policias nessas circunstâncias.

Em verdade, esses garotos devem estar pouco se importando com a suposta ilegalidade do que eles fazem .Por acaso alguém aqui esqueceu o que aconteceu no RJ após a proibição das máscaras? A adesão ao bloco negro aumentou assustadoramente e ainda passaram a ganhar a simpatia da população após assumirem a linha de frente em defesa dos professores que faziam greve.

Melhor o autor desligar a TV e ir para as ruas ver com seus próprios olhos. E não, isso não é uma defesa a favor do bloco negro (como se eles precisassem ou se importassem com isso). Isso é uma constatação de alguém que vem acompanhando os protestos de perto, como observadora. E não, não sou de nenhum partido político. As vezes fico me pensando: se a revolução francesa - que teve como estopim o preço do pão - ocorresse hoje, também seriam chamados de vândalos pela mídia. Provavelmente, os contrários estariam fazendo uma petição online, enquanto aqueles estariam por aí quebrando tudo. E quanto ao financiamento, segundo as explicações da própria Elisa Quadros, recebeu sim doações, mas estas foram para uma ação beneficente com moradores de rua na época do Natal. Se é verdade ou não, o tempo dirá. A mim pouco importa se são financiados ou não. Importa que eles estão fazendo barulho, incomodando e deixando o governo com medo desde junho. O governo precisa temer o povo. E já foi comprovado que manifestação pacífica não resolve nada (oi revolução francesa) Até reforma política nossa presidente cogitou... E sinceramente, espero que eles continuem nas ruas. Não estou nenhum preocupada com o patrimônio dos bancos depredados. Já pago tudo com os juros mesmo.

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